segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
UM GRITO DE ALERTA
Vivemos um tempo difícil pra Igreja do Senhor Jesus onde pessoas se achegam, seduzidos pelas promoções das prateleiras eclesiásticas.
Esse modelo induz as pessoas a adorarem a Deus por aquilo que ele dá e não por quem Ele é.
E os monstros gospel's que surgem do limbo se alimentam do dinheiro, do status, da vanglória dos "crentes" e dos holofotes dos mega-templos.
Não se anuncia o senhorio de Cristo, apenas os benefícios da fé.
Os crentes acabam tratando a Bíblia como um amuleto e, supersticiosos, continuam presos ao medo. Vive-se uma religião de consumo.
Cremos na ressurreição de uma geração que destruirá essas falácias com a integridade mostrada no dia a dia e a simplicidade do viver a fé em Cristo sem receios.
Pra isso vivo, para isso fui chamado, guarda-me Senhor das tentações.
Tenho dito.
sábado, 5 de novembro de 2011
Ser evangélico, estar evangélico, viver o evangelho.
I belong to Jesus. (Eu pertenço a Jesus)
Muitas pessoas hoje se autodenominam evangélicas.
Mas o que isso quer dizer?
Ser evangélico significa fazer parte de um segmento social, de uma classe religiosa ou viver compromissado com princípios bíblicos?
Existe muita diferença entre estas três realidades de expressão religiosa.
Vejamos de maneira mais explícita.
Tipo 1: Ser evangélico.
Alguém que se identifica com um segmento religioso. Procura as aparências, a experiência, mas jamais um compromisso de mudança interior.
Seu arqui-inimigo é o Diabo, adora participar de seminários de libertação espiritual, amarrando, destronando e decretando vitória sobre o Maligno.
Gosta quando o pregador "desenrola o manto" e fala em "mistério", mas vive sempre na "misericórdia" de Deus.
Boa gente, mas muito inocente, geralmente levado por vários ventos de doutrinas.
Acredita que Deus é evangélico e que todas as pessoas que não são evangélicas são instrumento do capeta.
Não ouve rádio que não seja "crente", e televisão, só se forem programas de conteúdo bíblico.
A maioria é alienado ao que acontece fora do “arraial gospel”.
Tipo 2: Estar evangélico.
Alguém que nunca defendeu nenhum tipo de religião, mas encontrou no mercado gospel um espaço para vender seus produtos. Cd's, coletâneas, camisetas,....
Cantores da década de 80 e 90, jogadores de futebol, pagodeiros, dançarinos e atores pornôs que tentam dar uma “guinada” na sua carreira e reputação se filiando com "igrejas marqueteiras", onde um usa o outro para trazerem público e prestígio (????) para a denominação.
Mal se convertem e já são alçados a pregadores e "testemunhadores" profissionais.
Vivem disso e as vezes cobram "cachê" para contarem o milagre da sua conversão.
São tratados como celebridades pelos crentes desavisados, e os holofotes devem estar sobre eles.
Quando caem no ostracismo novamente, geralmente deixam a denominação, a igreja e Jesus, pois nunca mantiveram um compromisso real com ninguém a não ser consigo mesmos.
Tipo 3: Viver o Evangelho.
Este é o crente que possui compromisso com o Senhor.
Que sabe que a salvação é um processo doloroso de transformação e mortificação pessoal.
Seu arqui-inimigo é ele mesmo, que tentado pelas paixões e vontades, vence pela fé e pelo uso da Graça de Deus em sua vida. Não cultua homens, mas Deus.
Sabe que homens são meros instrumentos, e que a experiência deve sempre estar atrelada a Palavra de Deus. Mesmo tendo prejuízo, cumpre a sua palavra, pois é sim ou não. Sua fé não é "bipolar", pois conhece Aquele em quem tem crido. E portanto mesmo diante de dificuldades e obstáculos não esmorece.
O Diabo, na maioria das vezes é um instrumento de aperfeiçoamento e descoberta de seu próprio caráter.
Sabe que apesar da fé e do conhecimento bíblico é total dependente de Deus em tudo, e que não há nada dele do que se deve gloriar a não ser o fato de ser Filho de Deus.
Seu compromisso é com a Palavra de Deus e com os princípios da fé.
Reconhece que muito mais do que uma religião, Jesus deixou um estilo de vida.
Eles estão a solta!
Texto: Bruno dos Santos (Pastor da Igreja Vida Nova em São Paulo).
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
terça-feira, 27 de setembro de 2011
terça-feira, 20 de setembro de 2011
O que é perdão - PARTE 2
SERMÃO DOIS
O QUE É O PERDÃO
Maria conheceu um rapaz, e como é natural acontecer ela se apaixonou por ele.
Seus modos com ela eram de interesse e disposição em agradá-la.
Saíram juntos, tudo era novidade e alegria.
Até que quando voltaram para casa, já com o carro parado em frente de casa, a conversa tornou-se sem silêncio.
Primeiro um beijo, sentindo o avanço de suas intimidades, Maria tentou pará-lo, mas ele ficou violento, forço-a, abandonou-a e sumiu da cidade.
Ela ficou com sentimento de culpa, deprimida, violada e grávida.
Seus pais encontraram o rapaz em outra cidade e o trouxeram, ele parecia arrependido, a ponto de pedir perdão, mas ao ficarem sozinho, enfureceu-se novamente, desta vez surrou-a bastante antes de se dominado.
AFIRMAÇÃO
Quando somos ofendidos, muitas vezes dizemos que não foi nada, que as palavras não doeram, que as atitudes não feriram. Mas no íntimo ficamos a remoer o acontecido.
PROVA
RARO
O perdão é raro, ele não vira os olhos para outros lados, quando se pratica um mal.
O perdão nunca olha o pecado só por cima ou por alto.
Ele não torna o mal sem importância, não finge que o pecado não é um mal.
Perdoar não é ser educado e nem é só esquecer.
Muitos dizem que para se perdoar deve-se esquecer e perdoar.
Mas nós não esquecemos, quanto mais procuramos esquecer, tanto melhor para a memória.
É como a pessoa que está com insônia, quanto mais procura dormir, mais acordado fica.
Esquecer é o resultado do perdão completo nunca o meio de alcançá-lo. É o último degrau, e não o primeiro.
DIFÍCIL
Perdoar é muito difícil.
Quando somos atingidos pela traição de uma confiança ou pela quebra de uma amizade, queremos ater-nos ao ressentimento, defendemo-nos até a última palavra para colocar a culpa no devido lugar.
Mas o perdão rejeita ao ego que exige "seus direitos". Repudia a vingança aberta. Renega até os corteses e pequenos esquemas de que fazemos uso freqüente a fim de passar o outro "para trás".
Ao invés disso, ele prefere prejudicar-se, sofrer, e aqui nos defrontamos com uma das mais duras escolhas voluntárias que possa fazer o homem - aceitar o sofrimento sem merecer.
CARO
O perdão é difícil porque é caro.
O homem que perdoa paga um preço tremendo: o preço do mal que perdoou.
Se o estado perdoa um criminoso, a sociedade sofre a carga da ação criminosa.
Se quebro objetos de grande valor que você guardava zelosamente e você me perdoa, você sofre a perda e eu fico livre.
Suponha que eu arruíne sua reputação. Para me perdoar, você deve aceitar livremente as conseqüências de meu pecado e deixar-me livre.
SUBSTITUTO
O perdão custa caro porque é substitutivo.
Ninguém realmente perdoa a outro, a menos que suporte as conseqüências da ofensa sobre si mesmo.
Essa substituição teve sua expressão máxima em Jesus Cristo.
Jesus Cristo tomou o nosso lugar, suportando sua própria indignação, sua repulsa pelo nosso pecado. Esse é o preço do perdão.
Deus não podia ignorar nosso pecado e não dar-lhe importância. Essa seria nossa atitude humana de "não foi nada".
Não foi nada? Não feriu?
Sim, o pecado fere.
Deus tomou tão a sério o insulto total de nosso pecado que percorreu todo o caminho do Calvário para morrer.
A cruz mostra que o perdão foi e é substitutivo.
Quando Deus perdoa, Ele toma sobre Si os nossos erros, Ele assume o "prejuízo", uma dívida devida a nossa recusa em viver conforme Sua vontade, uma rebelião contra Seu amor.
Somente Deus poderia pagá-la, porém ela não é de Deus.
O homem é o devedor sem possibilidade de pagar.
Ler Romanos 5:01,06-11
PENORAÇÃO
Assim como Deus nos perdoa, assumindo nossos erros, nós também devemos perdoar uns aos outros (Col. 3:13).
O QUE É O PERDÃO
Maria conheceu um rapaz, e como é natural acontecer ela se apaixonou por ele.
Seus modos com ela eram de interesse e disposição em agradá-la.
Saíram juntos, tudo era novidade e alegria.
Até que quando voltaram para casa, já com o carro parado em frente de casa, a conversa tornou-se sem silêncio.
Primeiro um beijo, sentindo o avanço de suas intimidades, Maria tentou pará-lo, mas ele ficou violento, forço-a, abandonou-a e sumiu da cidade.
Ela ficou com sentimento de culpa, deprimida, violada e grávida.
Seus pais encontraram o rapaz em outra cidade e o trouxeram, ele parecia arrependido, a ponto de pedir perdão, mas ao ficarem sozinho, enfureceu-se novamente, desta vez surrou-a bastante antes de se dominado.
AFIRMAÇÃO
Quando somos ofendidos, muitas vezes dizemos que não foi nada, que as palavras não doeram, que as atitudes não feriram. Mas no íntimo ficamos a remoer o acontecido.
PROVA
RARO
O perdão é raro, ele não vira os olhos para outros lados, quando se pratica um mal.
O perdão nunca olha o pecado só por cima ou por alto.
Ele não torna o mal sem importância, não finge que o pecado não é um mal.
Perdoar não é ser educado e nem é só esquecer.
Muitos dizem que para se perdoar deve-se esquecer e perdoar.
Mas nós não esquecemos, quanto mais procuramos esquecer, tanto melhor para a memória.
É como a pessoa que está com insônia, quanto mais procura dormir, mais acordado fica.
Esquecer é o resultado do perdão completo nunca o meio de alcançá-lo. É o último degrau, e não o primeiro.
DIFÍCIL
Perdoar é muito difícil.
Quando somos atingidos pela traição de uma confiança ou pela quebra de uma amizade, queremos ater-nos ao ressentimento, defendemo-nos até a última palavra para colocar a culpa no devido lugar.
Mas o perdão rejeita ao ego que exige "seus direitos". Repudia a vingança aberta. Renega até os corteses e pequenos esquemas de que fazemos uso freqüente a fim de passar o outro "para trás".
Ao invés disso, ele prefere prejudicar-se, sofrer, e aqui nos defrontamos com uma das mais duras escolhas voluntárias que possa fazer o homem - aceitar o sofrimento sem merecer.
CARO
O perdão é difícil porque é caro.
O homem que perdoa paga um preço tremendo: o preço do mal que perdoou.
Se o estado perdoa um criminoso, a sociedade sofre a carga da ação criminosa.
Se quebro objetos de grande valor que você guardava zelosamente e você me perdoa, você sofre a perda e eu fico livre.
Suponha que eu arruíne sua reputação. Para me perdoar, você deve aceitar livremente as conseqüências de meu pecado e deixar-me livre.
SUBSTITUTO
O perdão custa caro porque é substitutivo.
Ninguém realmente perdoa a outro, a menos que suporte as conseqüências da ofensa sobre si mesmo.
Essa substituição teve sua expressão máxima em Jesus Cristo.
Jesus Cristo tomou o nosso lugar, suportando sua própria indignação, sua repulsa pelo nosso pecado. Esse é o preço do perdão.
Deus não podia ignorar nosso pecado e não dar-lhe importância. Essa seria nossa atitude humana de "não foi nada".
Não foi nada? Não feriu?
Sim, o pecado fere.
Deus tomou tão a sério o insulto total de nosso pecado que percorreu todo o caminho do Calvário para morrer.
A cruz mostra que o perdão foi e é substitutivo.
Quando Deus perdoa, Ele toma sobre Si os nossos erros, Ele assume o "prejuízo", uma dívida devida a nossa recusa em viver conforme Sua vontade, uma rebelião contra Seu amor.
Somente Deus poderia pagá-la, porém ela não é de Deus.
O homem é o devedor sem possibilidade de pagar.
Ler Romanos 5:01,06-11
PENORAÇÃO
Assim como Deus nos perdoa, assumindo nossos erros, nós também devemos perdoar uns aos outros (Col. 3:13).
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
INTERJOVENS 2011
ACESSE ESTES LINKS ABAIXO E SAIBA TUDO SOBRE ESTE EVENTO.
http://www.youtube.com/watch?v=x9o-_DE09ng
http://www.youtube.com/watch?v=it1eb-gTIAk
PAZ SEJA CONVOSCO!!
http://www.youtube.com/watch?v=x9o-_DE09ng
http://www.youtube.com/watch?v=it1eb-gTIAk
PAZ SEJA CONVOSCO!!
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