sábado, 5 de novembro de 2011

Ser evangélico, estar evangélico, viver o evangelho.

I belong to Jesus. (Eu pertenço a Jesus) Muitas pessoas hoje se autodenominam evangélicas. Mas o que isso quer dizer? Ser evangélico significa fazer parte de um segmento social, de uma classe religiosa ou viver compromissado com princípios bíblicos? Existe muita diferença entre estas três realidades de expressão religiosa. Vejamos de maneira mais explícita. Tipo 1: Ser evangélico. Alguém que se identifica com um segmento religioso. Procura as aparências, a experiência, mas jamais um compromisso de mudança interior. Seu arqui-inimigo é o Diabo, adora participar de seminários de libertação espiritual, amarrando, destronando e decretando vitória sobre o Maligno. Gosta quando o pregador "desenrola o manto" e fala em "mistério", mas vive sempre na "misericórdia" de Deus. Boa gente, mas muito inocente, geralmente levado por vários ventos de doutrinas. Acredita que Deus é evangélico e que todas as pessoas que não são evangélicas são instrumento do capeta. Não ouve rádio que não seja "crente", e televisão, só se forem programas de conteúdo bíblico. A maioria é alienado ao que acontece fora do “arraial gospel”. Tipo 2: Estar evangélico. Alguém que nunca defendeu nenhum tipo de religião, mas encontrou no mercado gospel um espaço para vender seus produtos. Cd's, coletâneas, camisetas,.... Cantores da década de 80 e 90, jogadores de futebol, pagodeiros, dançarinos e atores pornôs que tentam dar uma “guinada” na sua carreira e reputação se filiando com "igrejas marqueteiras", onde um usa o outro para trazerem público e prestígio (????) para a denominação. Mal se convertem e já são alçados a pregadores e "testemunhadores" profissionais. Vivem disso e as vezes cobram "cachê" para contarem o milagre da sua conversão. São tratados como celebridades pelos crentes desavisados, e os holofotes devem estar sobre eles. Quando caem no ostracismo novamente, geralmente deixam a denominação, a igreja e Jesus, pois nunca mantiveram um compromisso real com ninguém a não ser consigo mesmos. Tipo 3: Viver o Evangelho. Este é o crente que possui compromisso com o Senhor. Que sabe que a salvação é um processo doloroso de transformação e mortificação pessoal. Seu arqui-inimigo é ele mesmo, que tentado pelas paixões e vontades, vence pela fé e pelo uso da Graça de Deus em sua vida. Não cultua homens, mas Deus. Sabe que homens são meros instrumentos, e que a experiência deve sempre estar atrelada a Palavra de Deus. Mesmo tendo prejuízo, cumpre a sua palavra, pois é sim ou não. Sua fé não é "bipolar", pois conhece Aquele em quem tem crido. E portanto mesmo diante de dificuldades e obstáculos não esmorece. O Diabo, na maioria das vezes é um instrumento de aperfeiçoamento e descoberta de seu próprio caráter. Sabe que apesar da fé e do conhecimento bíblico é total dependente de Deus em tudo, e que não há nada dele do que se deve gloriar a não ser o fato de ser Filho de Deus. Seu compromisso é com a Palavra de Deus e com os princípios da fé. Reconhece que muito mais do que uma religião, Jesus deixou um estilo de vida. Eles estão a solta! Texto: Bruno dos Santos (Pastor da Igreja Vida Nova em São Paulo).

terça-feira, 20 de setembro de 2011

O que é perdão - PARTE 2

SERMÃO DOIS
O QUE É O PERDÃO
Maria conheceu um rapaz, e como é natural acontecer ela se apaixonou por ele.
Seus modos com ela eram de interesse e disposição em agradá-la.
Saíram juntos, tudo era novidade e alegria.
Até que quando voltaram para casa, já com o carro parado em frente de casa, a conversa tornou-se sem silêncio.
Primeiro um beijo, sentindo o avanço de suas intimidades, Maria tentou pará-lo, mas ele ficou violento, forço-a, abandonou-a e sumiu da cidade.
Ela ficou com sentimento de culpa, deprimida, violada e grávida.
Seus pais encontraram o rapaz em outra cidade e o trouxeram, ele parecia arrependido, a ponto de pedir perdão, mas ao ficarem sozinho, enfureceu-se novamente, desta vez surrou-a bastante antes de se dominado.

AFIRMAÇÃO
Quando somos ofendidos, muitas vezes dizemos que não foi nada, que as palavras não doeram, que as atitudes não feriram. Mas no íntimo ficamos a remoer o acontecido.

PROVA
RARO
O perdão é raro, ele não vira os olhos para outros lados, quando se pratica um mal.
O perdão nunca olha o pecado só por cima ou por alto.
Ele não torna o mal sem importância, não finge que o pecado não é um mal.
Perdoar não é ser educado e nem é só esquecer.
Muitos dizem que para se perdoar deve-se esquecer e perdoar.
Mas nós não esquecemos, quanto mais procuramos esquecer, tanto melhor para a memória.
É como a pessoa que está com insônia, quanto mais procura dormir, mais acordado fica.
Esquecer é o resultado do perdão completo nunca o meio de alcançá-lo. É o último degrau, e não o primeiro.

DIFÍCIL
Perdoar é muito difícil.
Quando somos atingidos pela traição de uma confiança ou pela quebra de uma amizade, queremos ater-nos ao ressentimento, defendemo-nos até a última palavra para colocar a culpa no devido lugar.
Mas o perdão rejeita ao ego que exige "seus direitos". Repudia a vingança aberta. Renega até os corteses e pequenos esquemas de que fazemos uso freqüente a fim de passar o outro "para trás".
Ao invés disso, ele prefere prejudicar-se, sofrer, e aqui nos defrontamos com uma das mais duras escolhas voluntárias que possa fazer o homem - aceitar o sofrimento sem merecer.

CARO
O perdão é difícil porque é caro.
O homem que perdoa paga um preço tremendo: o preço do mal que perdoou.
Se o estado perdoa um criminoso, a sociedade sofre a carga da ação criminosa.
Se quebro objetos de grande valor que você guardava zelosamente e você me perdoa, você sofre a perda e eu fico livre.
Suponha que eu arruíne sua reputação. Para me perdoar, você deve aceitar livremente as conseqüências de meu pecado e deixar-me livre.

SUBSTITUTO
O perdão custa caro porque é substitutivo.
Ninguém realmente perdoa a outro, a menos que suporte as conseqüências da ofensa sobre si mesmo.
Essa substituição teve sua expressão máxima em Jesus Cristo.
Jesus Cristo tomou o nosso lugar, suportando sua própria indignação, sua repulsa pelo nosso pecado. Esse é o preço do perdão.
Deus não podia ignorar nosso pecado e não dar-lhe importância. Essa seria nossa atitude humana de "não foi nada".
Não foi nada? Não feriu?
Sim, o pecado fere.
Deus tomou tão a sério o insulto total de nosso pecado que percorreu todo o caminho do Calvário para morrer.
A cruz mostra que o perdão foi e é substitutivo.
Quando Deus perdoa, Ele toma sobre Si os nossos erros, Ele assume o "prejuízo", uma dívida devida a nossa recusa em viver conforme Sua vontade, uma rebelião contra Seu amor.
Somente Deus poderia pagá-la, porém ela não é de Deus.
O homem é o devedor sem possibilidade de pagar.
Ler Romanos 5:01,06-11

PENORAÇÃO
Assim como Deus nos perdoa, assumindo nossos erros, nós também devemos perdoar uns aos outros (Col. 3:13).

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

INTERJOVENS 2011

ACESSE ESTES LINKS ABAIXO E SAIBA TUDO SOBRE ESTE EVENTO.

http://www.youtube.com/watch?v=x9o-_DE09ng

http://www.youtube.com/watch?v=it1eb-gTIAk

PAZ SEJA CONVOSCO!!

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Aos crentes críticos - Urgente

Acho que todos podem ser críticos de políticos no poder sem sermos agressivos.
A Agressão é a voz da ignorância.
É sempre bom lembrar aos administradores públicos que eles foram escolhidos por Deus por alguma propósito.
Peço então aos identificados como crentes no Senhor Jesus que prezem pelo amor e pela misericórdia (frutos típicos dos nascidos de novo).
"Lembra-lhes que se sujeitem aos que governam, às autoridades; sejam obedientes... não difamem a ninguém... sejam cordatos... para com todos os homens." Tt 3.1,2
"Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas. De modo que aquele que se opõe à autoridade, resistem à ordenação de Deus." Rm 13.1,2
A falta de submissão em casa, reflete diretamente na insubmissão as demais autoridades. (E isso incluo a Igreja)

Orar é a maneira do filho de Deus exercer a graça da intimidade com Deus.
Através da oração conversamos com o soberano do universo, não só louvando seus feitos como suplicando benções pessoais e coletivas. Em nosso texto, Paulo exorta o irmão Timóteo e Igreja a orar pela humanidade, especialmente pelas autoridades, de modo que elas, sendo corretas, tragam tranqüilidade e bem-estar a todos.

Quando o povo de Deus ora pela humanidade, por uma pessoa ou pelas autoridades está agindo segundo a vontade de Deus, o que garante sua realização (1 João 5:14-15).
"Exorto, pois, antes de tudo que se façam súplicas, orações, intercessões, e ações de graças por todos os homens, pelos reis, e por todos os que exercem autoridade, para que tenham uma vida tranqüila e sossegada, em toda piedade e honestidade" (vv 1 e 2).
Porém deve saber que essa oração independe da ATUAÇÃO da autoridade, do seu próprio posicionamento político ou o de sua congregação. Ela deve objetivar o encontro da paz pelo líder e na sua conseqüente mudança de caminho.
Portanto, povo de Deus, devemos suplicar, orar e interceder, com ações de graças, pelo Brasil e por nossa cidade.

Precisamos que boas lideranças sejam despertadas e pessoas corretas se disponham a servir sua pátria e a Deus. Isso nos trará uma vida tranqüila e sossegada, em amor e honestidade'.

Habitualmente somos críticos ferinos das autoridades e egoístas nas relações pessoais. Porém, nesse momento, rogamos por autoridades honradas, que saibam da enorme importância de seus cargos, e por libertação do espírito mesquinho e corruptor, sempre querendo levar vantagem(Inclusive aqueles que destacam nossos vis interesses). Pedimos em nome de Jesus.
Há pessoas espumando pela boca de ódio e falando palavras fora do padrão da linguagem cristã e embora esteja no intento de defender direitos, estão na verdade, pecando.
Destruir patrimônio público é crime e pecado, difamar é crime e pecado, o ódio não faz parte mais da nossa natureza.
Vamos vigiar.

OBS>: Não gosto de política, não sou advogado constituido de prefeita nem governadora, não sou funcionário publico, não sou candidato (nem a presidente de centro cívico), só sou um pastor zeloso na defesa da imagem do evangelho.

Recebam no amor de Cristo Jesus, Pr. Junior Firmino

terça-feira, 12 de julho de 2011

A mão que segurou o martelo

O instrumento da tortura
se torna um sinal de esperança,
é uma medida do amor do Senhor.
o encontro da eternidade com o nosso tempo
tanto amor e sofrimento significam
que os espinhos tambem podem formar coroas.

A mão que segurou o martelo, era na verdade a mão de Deus
A mão que recebeu o cravo era a mão de seu único filho.
As portas do céu se abriram quando Jesus abriu sua mão
e assim veio a nós sua misericórdia.

Ele construiu um altar para oferecer o próprio filho.
Como pode ter sido essa a vontade de Deus?
A intervenção dos céus foi uma voz que dizia:
Embora o sacrifício tenha que ser feito,
Abraão, o seu filho não será sacrificado.
Porém Deus não poupou seu próprio filho.

Cristo tomou o cálice e rompeu o véu e
quando Ele desejou aqueles cravos
veio a nós sua misericórdia.
A misericórdia esta entre nós.