terça-feira, 27 de setembro de 2011
terça-feira, 20 de setembro de 2011
O que é perdão - PARTE 2
SERMÃO DOIS
O QUE É O PERDÃO
Maria conheceu um rapaz, e como é natural acontecer ela se apaixonou por ele.
Seus modos com ela eram de interesse e disposição em agradá-la.
Saíram juntos, tudo era novidade e alegria.
Até que quando voltaram para casa, já com o carro parado em frente de casa, a conversa tornou-se sem silêncio.
Primeiro um beijo, sentindo o avanço de suas intimidades, Maria tentou pará-lo, mas ele ficou violento, forço-a, abandonou-a e sumiu da cidade.
Ela ficou com sentimento de culpa, deprimida, violada e grávida.
Seus pais encontraram o rapaz em outra cidade e o trouxeram, ele parecia arrependido, a ponto de pedir perdão, mas ao ficarem sozinho, enfureceu-se novamente, desta vez surrou-a bastante antes de se dominado.
AFIRMAÇÃO
Quando somos ofendidos, muitas vezes dizemos que não foi nada, que as palavras não doeram, que as atitudes não feriram. Mas no íntimo ficamos a remoer o acontecido.
PROVA
RARO
O perdão é raro, ele não vira os olhos para outros lados, quando se pratica um mal.
O perdão nunca olha o pecado só por cima ou por alto.
Ele não torna o mal sem importância, não finge que o pecado não é um mal.
Perdoar não é ser educado e nem é só esquecer.
Muitos dizem que para se perdoar deve-se esquecer e perdoar.
Mas nós não esquecemos, quanto mais procuramos esquecer, tanto melhor para a memória.
É como a pessoa que está com insônia, quanto mais procura dormir, mais acordado fica.
Esquecer é o resultado do perdão completo nunca o meio de alcançá-lo. É o último degrau, e não o primeiro.
DIFÍCIL
Perdoar é muito difícil.
Quando somos atingidos pela traição de uma confiança ou pela quebra de uma amizade, queremos ater-nos ao ressentimento, defendemo-nos até a última palavra para colocar a culpa no devido lugar.
Mas o perdão rejeita ao ego que exige "seus direitos". Repudia a vingança aberta. Renega até os corteses e pequenos esquemas de que fazemos uso freqüente a fim de passar o outro "para trás".
Ao invés disso, ele prefere prejudicar-se, sofrer, e aqui nos defrontamos com uma das mais duras escolhas voluntárias que possa fazer o homem - aceitar o sofrimento sem merecer.
CARO
O perdão é difícil porque é caro.
O homem que perdoa paga um preço tremendo: o preço do mal que perdoou.
Se o estado perdoa um criminoso, a sociedade sofre a carga da ação criminosa.
Se quebro objetos de grande valor que você guardava zelosamente e você me perdoa, você sofre a perda e eu fico livre.
Suponha que eu arruíne sua reputação. Para me perdoar, você deve aceitar livremente as conseqüências de meu pecado e deixar-me livre.
SUBSTITUTO
O perdão custa caro porque é substitutivo.
Ninguém realmente perdoa a outro, a menos que suporte as conseqüências da ofensa sobre si mesmo.
Essa substituição teve sua expressão máxima em Jesus Cristo.
Jesus Cristo tomou o nosso lugar, suportando sua própria indignação, sua repulsa pelo nosso pecado. Esse é o preço do perdão.
Deus não podia ignorar nosso pecado e não dar-lhe importância. Essa seria nossa atitude humana de "não foi nada".
Não foi nada? Não feriu?
Sim, o pecado fere.
Deus tomou tão a sério o insulto total de nosso pecado que percorreu todo o caminho do Calvário para morrer.
A cruz mostra que o perdão foi e é substitutivo.
Quando Deus perdoa, Ele toma sobre Si os nossos erros, Ele assume o "prejuízo", uma dívida devida a nossa recusa em viver conforme Sua vontade, uma rebelião contra Seu amor.
Somente Deus poderia pagá-la, porém ela não é de Deus.
O homem é o devedor sem possibilidade de pagar.
Ler Romanos 5:01,06-11
PENORAÇÃO
Assim como Deus nos perdoa, assumindo nossos erros, nós também devemos perdoar uns aos outros (Col. 3:13).
O QUE É O PERDÃO
Maria conheceu um rapaz, e como é natural acontecer ela se apaixonou por ele.
Seus modos com ela eram de interesse e disposição em agradá-la.
Saíram juntos, tudo era novidade e alegria.
Até que quando voltaram para casa, já com o carro parado em frente de casa, a conversa tornou-se sem silêncio.
Primeiro um beijo, sentindo o avanço de suas intimidades, Maria tentou pará-lo, mas ele ficou violento, forço-a, abandonou-a e sumiu da cidade.
Ela ficou com sentimento de culpa, deprimida, violada e grávida.
Seus pais encontraram o rapaz em outra cidade e o trouxeram, ele parecia arrependido, a ponto de pedir perdão, mas ao ficarem sozinho, enfureceu-se novamente, desta vez surrou-a bastante antes de se dominado.
AFIRMAÇÃO
Quando somos ofendidos, muitas vezes dizemos que não foi nada, que as palavras não doeram, que as atitudes não feriram. Mas no íntimo ficamos a remoer o acontecido.
PROVA
RARO
O perdão é raro, ele não vira os olhos para outros lados, quando se pratica um mal.
O perdão nunca olha o pecado só por cima ou por alto.
Ele não torna o mal sem importância, não finge que o pecado não é um mal.
Perdoar não é ser educado e nem é só esquecer.
Muitos dizem que para se perdoar deve-se esquecer e perdoar.
Mas nós não esquecemos, quanto mais procuramos esquecer, tanto melhor para a memória.
É como a pessoa que está com insônia, quanto mais procura dormir, mais acordado fica.
Esquecer é o resultado do perdão completo nunca o meio de alcançá-lo. É o último degrau, e não o primeiro.
DIFÍCIL
Perdoar é muito difícil.
Quando somos atingidos pela traição de uma confiança ou pela quebra de uma amizade, queremos ater-nos ao ressentimento, defendemo-nos até a última palavra para colocar a culpa no devido lugar.
Mas o perdão rejeita ao ego que exige "seus direitos". Repudia a vingança aberta. Renega até os corteses e pequenos esquemas de que fazemos uso freqüente a fim de passar o outro "para trás".
Ao invés disso, ele prefere prejudicar-se, sofrer, e aqui nos defrontamos com uma das mais duras escolhas voluntárias que possa fazer o homem - aceitar o sofrimento sem merecer.
CARO
O perdão é difícil porque é caro.
O homem que perdoa paga um preço tremendo: o preço do mal que perdoou.
Se o estado perdoa um criminoso, a sociedade sofre a carga da ação criminosa.
Se quebro objetos de grande valor que você guardava zelosamente e você me perdoa, você sofre a perda e eu fico livre.
Suponha que eu arruíne sua reputação. Para me perdoar, você deve aceitar livremente as conseqüências de meu pecado e deixar-me livre.
SUBSTITUTO
O perdão custa caro porque é substitutivo.
Ninguém realmente perdoa a outro, a menos que suporte as conseqüências da ofensa sobre si mesmo.
Essa substituição teve sua expressão máxima em Jesus Cristo.
Jesus Cristo tomou o nosso lugar, suportando sua própria indignação, sua repulsa pelo nosso pecado. Esse é o preço do perdão.
Deus não podia ignorar nosso pecado e não dar-lhe importância. Essa seria nossa atitude humana de "não foi nada".
Não foi nada? Não feriu?
Sim, o pecado fere.
Deus tomou tão a sério o insulto total de nosso pecado que percorreu todo o caminho do Calvário para morrer.
A cruz mostra que o perdão foi e é substitutivo.
Quando Deus perdoa, Ele toma sobre Si os nossos erros, Ele assume o "prejuízo", uma dívida devida a nossa recusa em viver conforme Sua vontade, uma rebelião contra Seu amor.
Somente Deus poderia pagá-la, porém ela não é de Deus.
O homem é o devedor sem possibilidade de pagar.
Ler Romanos 5:01,06-11
PENORAÇÃO
Assim como Deus nos perdoa, assumindo nossos erros, nós também devemos perdoar uns aos outros (Col. 3:13).
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
INTERJOVENS 2011
ACESSE ESTES LINKS ABAIXO E SAIBA TUDO SOBRE ESTE EVENTO.
http://www.youtube.com/watch?v=x9o-_DE09ng
http://www.youtube.com/watch?v=it1eb-gTIAk
PAZ SEJA CONVOSCO!!
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quarta-feira, 13 de julho de 2011
Aos crentes críticos - Urgente
Acho que todos podem ser críticos de políticos no poder sem sermos agressivos.
A Agressão é a voz da ignorância.
É sempre bom lembrar aos administradores públicos que eles foram escolhidos por Deus por alguma propósito.
Peço então aos identificados como crentes no Senhor Jesus que prezem pelo amor e pela misericórdia (frutos típicos dos nascidos de novo).
"Lembra-lhes que se sujeitem aos que governam, às autoridades; sejam obedientes... não difamem a ninguém... sejam cordatos... para com todos os homens." Tt 3.1,2
"Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas. De modo que aquele que se opõe à autoridade, resistem à ordenação de Deus." Rm 13.1,2
A falta de submissão em casa, reflete diretamente na insubmissão as demais autoridades. (E isso incluo a Igreja)
Orar é a maneira do filho de Deus exercer a graça da intimidade com Deus.
Através da oração conversamos com o soberano do universo, não só louvando seus feitos como suplicando benções pessoais e coletivas. Em nosso texto, Paulo exorta o irmão Timóteo e Igreja a orar pela humanidade, especialmente pelas autoridades, de modo que elas, sendo corretas, tragam tranqüilidade e bem-estar a todos.
Quando o povo de Deus ora pela humanidade, por uma pessoa ou pelas autoridades está agindo segundo a vontade de Deus, o que garante sua realização (1 João 5:14-15).
"Exorto, pois, antes de tudo que se façam súplicas, orações, intercessões, e ações de graças por todos os homens, pelos reis, e por todos os que exercem autoridade, para que tenham uma vida tranqüila e sossegada, em toda piedade e honestidade" (vv 1 e 2).
Porém deve saber que essa oração independe da ATUAÇÃO da autoridade, do seu próprio posicionamento político ou o de sua congregação. Ela deve objetivar o encontro da paz pelo líder e na sua conseqüente mudança de caminho.
Portanto, povo de Deus, devemos suplicar, orar e interceder, com ações de graças, pelo Brasil e por nossa cidade.
Precisamos que boas lideranças sejam despertadas e pessoas corretas se disponham a servir sua pátria e a Deus. Isso nos trará uma vida tranqüila e sossegada, em amor e honestidade'.
Habitualmente somos críticos ferinos das autoridades e egoístas nas relações pessoais. Porém, nesse momento, rogamos por autoridades honradas, que saibam da enorme importância de seus cargos, e por libertação do espírito mesquinho e corruptor, sempre querendo levar vantagem(Inclusive aqueles que destacam nossos vis interesses). Pedimos em nome de Jesus.
Há pessoas espumando pela boca de ódio e falando palavras fora do padrão da linguagem cristã e embora esteja no intento de defender direitos, estão na verdade, pecando.
Destruir patrimônio público é crime e pecado, difamar é crime e pecado, o ódio não faz parte mais da nossa natureza.
Vamos vigiar.
OBS>: Não gosto de política, não sou advogado constituido de prefeita nem governadora, não sou funcionário publico, não sou candidato (nem a presidente de centro cívico), só sou um pastor zeloso na defesa da imagem do evangelho.
Recebam no amor de Cristo Jesus, Pr. Junior Firmino
A Agressão é a voz da ignorância.
É sempre bom lembrar aos administradores públicos que eles foram escolhidos por Deus por alguma propósito.
Peço então aos identificados como crentes no Senhor Jesus que prezem pelo amor e pela misericórdia (frutos típicos dos nascidos de novo).
"Lembra-lhes que se sujeitem aos que governam, às autoridades; sejam obedientes... não difamem a ninguém... sejam cordatos... para com todos os homens." Tt 3.1,2
"Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas. De modo que aquele que se opõe à autoridade, resistem à ordenação de Deus." Rm 13.1,2
A falta de submissão em casa, reflete diretamente na insubmissão as demais autoridades. (E isso incluo a Igreja)
Orar é a maneira do filho de Deus exercer a graça da intimidade com Deus.
Através da oração conversamos com o soberano do universo, não só louvando seus feitos como suplicando benções pessoais e coletivas. Em nosso texto, Paulo exorta o irmão Timóteo e Igreja a orar pela humanidade, especialmente pelas autoridades, de modo que elas, sendo corretas, tragam tranqüilidade e bem-estar a todos.
Quando o povo de Deus ora pela humanidade, por uma pessoa ou pelas autoridades está agindo segundo a vontade de Deus, o que garante sua realização (1 João 5:14-15).
"Exorto, pois, antes de tudo que se façam súplicas, orações, intercessões, e ações de graças por todos os homens, pelos reis, e por todos os que exercem autoridade, para que tenham uma vida tranqüila e sossegada, em toda piedade e honestidade" (vv 1 e 2).
Porém deve saber que essa oração independe da ATUAÇÃO da autoridade, do seu próprio posicionamento político ou o de sua congregação. Ela deve objetivar o encontro da paz pelo líder e na sua conseqüente mudança de caminho.
Portanto, povo de Deus, devemos suplicar, orar e interceder, com ações de graças, pelo Brasil e por nossa cidade.
Precisamos que boas lideranças sejam despertadas e pessoas corretas se disponham a servir sua pátria e a Deus. Isso nos trará uma vida tranqüila e sossegada, em amor e honestidade'.
Habitualmente somos críticos ferinos das autoridades e egoístas nas relações pessoais. Porém, nesse momento, rogamos por autoridades honradas, que saibam da enorme importância de seus cargos, e por libertação do espírito mesquinho e corruptor, sempre querendo levar vantagem(Inclusive aqueles que destacam nossos vis interesses). Pedimos em nome de Jesus.
Há pessoas espumando pela boca de ódio e falando palavras fora do padrão da linguagem cristã e embora esteja no intento de defender direitos, estão na verdade, pecando.
Destruir patrimônio público é crime e pecado, difamar é crime e pecado, o ódio não faz parte mais da nossa natureza.
Vamos vigiar.
OBS>: Não gosto de política, não sou advogado constituido de prefeita nem governadora, não sou funcionário publico, não sou candidato (nem a presidente de centro cívico), só sou um pastor zeloso na defesa da imagem do evangelho.
Recebam no amor de Cristo Jesus, Pr. Junior Firmino
terça-feira, 12 de julho de 2011
A mão que segurou o martelo
O instrumento da tortura
se torna um sinal de esperança,
é uma medida do amor do Senhor.
o encontro da eternidade com o nosso tempo
tanto amor e sofrimento significam
que os espinhos tambem podem formar coroas.
A mão que segurou o martelo, era na verdade a mão de Deus
A mão que recebeu o cravo era a mão de seu único filho.
As portas do céu se abriram quando Jesus abriu sua mão
e assim veio a nós sua misericórdia.
Ele construiu um altar para oferecer o próprio filho.
Como pode ter sido essa a vontade de Deus?
A intervenção dos céus foi uma voz que dizia:
Embora o sacrifício tenha que ser feito,
Abraão, o seu filho não será sacrificado.
Porém Deus não poupou seu próprio filho.
Cristo tomou o cálice e rompeu o véu e
quando Ele desejou aqueles cravos
veio a nós sua misericórdia.
A misericórdia esta entre nós.
se torna um sinal de esperança,
é uma medida do amor do Senhor.
o encontro da eternidade com o nosso tempo
tanto amor e sofrimento significam
que os espinhos tambem podem formar coroas.
A mão que segurou o martelo, era na verdade a mão de Deus
A mão que recebeu o cravo era a mão de seu único filho.
As portas do céu se abriram quando Jesus abriu sua mão
e assim veio a nós sua misericórdia.
Ele construiu um altar para oferecer o próprio filho.
Como pode ter sido essa a vontade de Deus?
A intervenção dos céus foi uma voz que dizia:
Embora o sacrifício tenha que ser feito,
Abraão, o seu filho não será sacrificado.
Porém Deus não poupou seu próprio filho.
Cristo tomou o cálice e rompeu o véu e
quando Ele desejou aqueles cravos
veio a nós sua misericórdia.
A misericórdia esta entre nós.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
PERDÃO PARTE 2
SERMÃO DOIS
O QUE É O PERDÃO
Maria conheceu um rapaz, e como é natural acontecer ela se apaixonou por ele.
Seus modos com ela eram de interesse e disposição em agradá-la.
Saíram juntos, tudo era novidade e alegria.
Até que quando voltaram para casa, já com o carro parado em frente de casa, a conversa tornou-se sem silêncio.
Primeiro um beijo, sentindo o avanço de suas intimidades, Maria tentou pará-lo, mas ele ficou violento, forço-a, abandonou-a e sumiu da cidade.
Ela ficou com sentimento de culpa, deprimida, violada e grávida.
Seus pais encontraram o rapaz em outra cidade e o trouxeram, ele parecia arrependido, a ponto de pedir perdão, mas ao ficarem sozinho, enfureceu-se novamente, desta vez surrou-a bastante antes de se dominado.
AFIRMAÇÃO
Quando somos ofendidos, muitas vezes dizemos que não foi nada, que as palavras não doeram, que as atitudes não feriram. Mas no íntimo ficamos a remoer o acontecido.
PROVA
RARO
O perdão é raro, ele não vira os olhos para outros lados, quando se pratica um mal.
O perdão nunca olha o pecado só por cima ou por alto.
Ele não torna o mal sem importância, não finge que o pecado não é um mal.
Perdoar não é ser educado e nem é só esquecer.
Muitos dizem que para se perdoar deve-se esquecer e perdoar.
Mas nós não esquecemos, quanto mais procuramos esquecer, tanto melhor para a memória.
É como a pessoa que está com insônia, quanto mais procura dormir, mais acordado fica.
Esquecer é o resultado do perdão completo nunca o meio de alcançá-lo. É o último degrau, e não o primeiro.
DIFÍCIL
Perdoar é muito difícil.
Quando somos atingidos pela traição de uma confiança ou pela quebra de uma amizade, queremos ater-nos ao ressentimento, defendemo-nos até a última palavra para colocar a culpa no devido lugar.
Mas o perdão rejeita ao ego que exige "seus direitos". Repudia a vingança aberta. Renega até os corteses e pequenos esquemas de que fazemos uso freqüente a fim de passar o outro "para trás".
Ao invés disso, ele prefere prejudicar-se, sofrer, e aqui nos defrontamos com uma das mais duras escolhas voluntárias que possa fazer o homem - aceitar o sofrimento sem merecer.
CARO
O perdão é difícil porque é caro.
O homem que perdoa paga um preço tremendo: o preço do mal que perdoou.
Se o estado perdoa um criminoso, a sociedade sofre a carga da ação criminosa.
Se quebro objetos de grande valor que você guardava zelosamente e você me perdoa, você sofre a perda e eu fico livre.
Suponha que eu arruíne sua reputação. Para me perdoar, você deve aceitar livremente as conseqüências de meu pecado e deixar-me livre.
SUBSTITUTO
O perdão custa caro porque é substitutivo.
Ninguém realmente perdoa a outro, a menos que suporte as conseqüências da ofensa sobre si mesmo.
Essa substituição teve sua expressão máxima em Jesus Cristo.
Jesus Cristo tomou o nosso lugar, suportando sua própria indignação, sua repulsa pelo nosso pecado. Esse é o preço do perdão.
Deus não podia ignorar nosso pecado e não dar-lhe importância. Essa seria nossa atitude humana de "não foi nada".
Não foi nada? Não feriu?
Sim, o pecado fere.
Deus tomou tão a sério o insulto total de nosso pecado que percorreu todo o caminho do Calvário para morrer.
A cruz mostra que o perdão foi e é substitutivo.
Quando Deus perdoa, Ele toma sobre Si os nossos erros, Ele assume o "prejuízo", uma dívida devida a nossa recusa em viver conforme Sua vontade, uma rebelião contra Seu amor.
Somente Deus poderia pagá-la, porém ela não é de Deus.
O homem é o devedor sem possibilidade de pagar.
Ler Romanos 5:01,06-11
PENORAÇÃO
Assim como Deus nos perdoa, assumindo nossos erros, nós também devemos perdoar uns aos outros (Col. 3:13).
Oremos a oração do PAI NOSSO.
O QUE É O PERDÃO
Maria conheceu um rapaz, e como é natural acontecer ela se apaixonou por ele.
Seus modos com ela eram de interesse e disposição em agradá-la.
Saíram juntos, tudo era novidade e alegria.
Até que quando voltaram para casa, já com o carro parado em frente de casa, a conversa tornou-se sem silêncio.
Primeiro um beijo, sentindo o avanço de suas intimidades, Maria tentou pará-lo, mas ele ficou violento, forço-a, abandonou-a e sumiu da cidade.
Ela ficou com sentimento de culpa, deprimida, violada e grávida.
Seus pais encontraram o rapaz em outra cidade e o trouxeram, ele parecia arrependido, a ponto de pedir perdão, mas ao ficarem sozinho, enfureceu-se novamente, desta vez surrou-a bastante antes de se dominado.
AFIRMAÇÃO
Quando somos ofendidos, muitas vezes dizemos que não foi nada, que as palavras não doeram, que as atitudes não feriram. Mas no íntimo ficamos a remoer o acontecido.
PROVA
RARO
O perdão é raro, ele não vira os olhos para outros lados, quando se pratica um mal.
O perdão nunca olha o pecado só por cima ou por alto.
Ele não torna o mal sem importância, não finge que o pecado não é um mal.
Perdoar não é ser educado e nem é só esquecer.
Muitos dizem que para se perdoar deve-se esquecer e perdoar.
Mas nós não esquecemos, quanto mais procuramos esquecer, tanto melhor para a memória.
É como a pessoa que está com insônia, quanto mais procura dormir, mais acordado fica.
Esquecer é o resultado do perdão completo nunca o meio de alcançá-lo. É o último degrau, e não o primeiro.
DIFÍCIL
Perdoar é muito difícil.
Quando somos atingidos pela traição de uma confiança ou pela quebra de uma amizade, queremos ater-nos ao ressentimento, defendemo-nos até a última palavra para colocar a culpa no devido lugar.
Mas o perdão rejeita ao ego que exige "seus direitos". Repudia a vingança aberta. Renega até os corteses e pequenos esquemas de que fazemos uso freqüente a fim de passar o outro "para trás".
Ao invés disso, ele prefere prejudicar-se, sofrer, e aqui nos defrontamos com uma das mais duras escolhas voluntárias que possa fazer o homem - aceitar o sofrimento sem merecer.
CARO
O perdão é difícil porque é caro.
O homem que perdoa paga um preço tremendo: o preço do mal que perdoou.
Se o estado perdoa um criminoso, a sociedade sofre a carga da ação criminosa.
Se quebro objetos de grande valor que você guardava zelosamente e você me perdoa, você sofre a perda e eu fico livre.
Suponha que eu arruíne sua reputação. Para me perdoar, você deve aceitar livremente as conseqüências de meu pecado e deixar-me livre.
SUBSTITUTO
O perdão custa caro porque é substitutivo.
Ninguém realmente perdoa a outro, a menos que suporte as conseqüências da ofensa sobre si mesmo.
Essa substituição teve sua expressão máxima em Jesus Cristo.
Jesus Cristo tomou o nosso lugar, suportando sua própria indignação, sua repulsa pelo nosso pecado. Esse é o preço do perdão.
Deus não podia ignorar nosso pecado e não dar-lhe importância. Essa seria nossa atitude humana de "não foi nada".
Não foi nada? Não feriu?
Sim, o pecado fere.
Deus tomou tão a sério o insulto total de nosso pecado que percorreu todo o caminho do Calvário para morrer.
A cruz mostra que o perdão foi e é substitutivo.
Quando Deus perdoa, Ele toma sobre Si os nossos erros, Ele assume o "prejuízo", uma dívida devida a nossa recusa em viver conforme Sua vontade, uma rebelião contra Seu amor.
Somente Deus poderia pagá-la, porém ela não é de Deus.
O homem é o devedor sem possibilidade de pagar.
Ler Romanos 5:01,06-11
PENORAÇÃO
Assim como Deus nos perdoa, assumindo nossos erros, nós também devemos perdoar uns aos outros (Col. 3:13).
Oremos a oração do PAI NOSSO.
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